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Politica internacional

  • Balanço indica que um total de 290 pessoas morreram, sendo que 39 eram estrangeiros. Nomes das vítimas não foram divulgados. Vítima de ataques no domingo de Páscoa é velada em Negombo, no Sri Lanka, nesta segunda-feira (22) Gemunu Amarasinghe/ AP O ministro do Turismo do Sri Lanka, John Amaratunga, afirmou que pelo menos 39 estrangeiros morreram nos ataques a igrejas e hotéis no domingo de Páscoa, de acordo com a CNN. O balanço divulgado pela polícia nesta segunda-feira (22) indica que um total de 290 pessoas morreram e cerca de 500 ficaram feridas. O nome das vítimas ainda não foi divulgado oficialmente, mas já se sabe que três dos quatro filhos do bilionário dinamarquês Anders Holch Povlsen, proprietário do grupo de moda Bestseller e acionista majoritário da marca ASOS, morreram nos atentados. A imprensa dinamarquesa afirmou que Anders Holch Povlsen, sua mulher (Anne Holch Povlsen) e seus quatro filhos estavam de férias no país. A identidade e a idade das vítimas não foram comunicadas. "Pedimos que a privacidade da família seja respeitada e não faremos outros comentários", declarou à AFP Jesper Stubkier, gerente de comunicações da Bestseller. Mais rico da Dinamarca Foto de arquivo mostram o empresário Anders Holch Povlsen e sua esposa, Anne Holch Povlsen. Casal perdeu três dos quatro filhos nos ataques ocorridos no Sri Lanka, no domingo (21) Tariq Mikkel Khan / Ritzau Scanpix / AFP Considerado a pessoa mais rica na Dinamarca, Anders Holch Povlsen, de 46 anos, herdou o grupo de moda Bestseller, criado em 1975 por seus pais, Merete e Troels Holch Povlsen. O grupo, que possui cerca de 3.000 pontos de venda em 70 países, possui marcas como Vero Moda, Only e Jack & Jones. Holch Povlsen também é acionista majoritário da marca britânica de moda online ASOS e faz parte do capital da Zalando, especialista alemã em vendas pela Internet. Ataques Oito explosões foram registradas na capital do Sri Lanka, Colombo, e nas regiões de Katana e Batticaloa por volta das 8h45 (0h15, no horário de Brasília) de domingo (21). Entre os alvos estavam três igrejas, onde aconteciam as missas da Páscoa. Os hotéis cinco-estrelas Shangri-La, Kingsbury, Cinnamon Grand e um quarto hotel, todos em Colombo, também foram atingidos. Uma explosão ainda foi registrada em um complexo de casas. Nenhum grupo reivindicou a autoria dos ataques, mas o governo atribui as ações ao grupo islâmico National Thowheeth Jama'ath (NTJ). As autoridades acreditam que os ataques tenham sido realizados com a ajuda estrangeira, por isso, vai pedir ajuda externa para rastrear as ligações internacionais. Rodrigo Cunha/G1 O porta-voz do governo, Rajitha Senaratne, afirmou que, 14 dias antes dos ataques, relatórios do serviço de inteligência indicavam que eles ocorreriam. Porém, ele ressaltou que o primeiro-ministro, Ranil Wickremesinghe, e seu gabinete não estavam a par dessas informações. “Não estamos tentando fugir da responsabilidade, mas esses são os fatos. Ficamos surpresos ao ver esses relatórios”, declarou, segundo o jornal britânico "The Guardian". Initial plugin text

  • Animais de santuário na República Democrática do Congo imitam cuidadores. Dois gorilas posam com o guarda que os resgatou quando eram bebês Mathieu Shamavi / Reprodução Facebook Dois gorilas de um santuário para esses animais na República Democrática do Congo aprenderam a imitar seus cuidadores e passaram a posar para selfies e outros tipos de fotografias. O diretor do parque, Innocent Mburanumnwe, disse à BBC que os gorilas consideram os guardas do parque seus próprios pais. Os pais verdadeiras dos animais foram mortos por caçadores ilegais em julho de 2007, quando os gorilas das fotos tinham idades de dois e quatro meses. Desde então, eles vivem no santuário em Virunga. Como eles cresceram com os guardas que os resgataram, "eles imitam os humanos", diz Mburanumnwe. Ficar de pé é uma forma de mimetizar humanos, mas não acontece normalmente, afirma.

  • Extensão da permanência dos policiais brasileiros no país africano foi solicitada pelo Itamaraty. Efetivo de elite atua na ajuda humanitária da população atingida pela passagem de ciclone. Bombeiros de Minas Gerais desembarcam em Moçambique para auxiliar na ajuda humanitária às vítimas do ciclone Idai Corpo de Bombeiros/Divulgação O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, prorrogou por mais 10 dias a permanência da Força Nacional em Moçambique para atuar na operação de ajuda humanitária ao país africano. A portaria que autoriza a prorrogação da ajuda humanitária foi publicada na edição desta segunda-feira (22) do "Diário Oficial da União". O prazo começa a contar a partir de domingo (28). Moçambique ficou devastado em março após a passagem do ciclone Idai, que afetou cerca de 1,85 milhão de pessoas e deixou mais de 460 mortos. O impacto do ciclone tropical Idai deixou mais de 1 milhão pessoas afetadas em Moçambique e no Malaui. Homem carrega crianças em área inundada na cidade de Beira, em Moçambique Reuters/Siphiwe Sibeko No final do mês passado, o governo brasileiro enviou à África aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) com kits de medicamentos e insumos, que somaram 870 quilos. Bombeiros brasileiros que atuaram no resgate das vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho também foram enviados a Moçambique. Além disso, foram enviados policiais que integram a Força Nacional para o distrito moçambicano de Beira, no sudoeste do país, um dos mais atingidos pelo ciclone onde vivem cerca de 700 mil pessoas. Criada em 2004 pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, a Força Nacional é formada por policiais militares, bombeiros militares e profissionais de perícia forense indicados pelas secretarias de segurança estaduais. Esse efetivo é acionado em situações de distúrbio público e pode atuar em qualquer unidade da federação, e até no exterior, mediante autorização do ministro da Justiça. "Autorizar a prorrogação do emprego da Força Nacional de Segurança Pública, na cidade de Beira, em apoio a República de Moçambique, nas ações humanitárias de busca e salvamento, em caráter episódico e planejado, por 10 (dez) dias, a contar de 28 de abril de 2019", escreveu Moro em trecho da portaria que autorizou a prorrogação da permanência da Força Nacional em Moçambique. Karina Almeida/G1