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Politica internacional

  • Ministro das Relações Exteriores da França também condenou o assassinato. Presidente dos EUA, Donald Trump, deu entrevista na Casa Branca, em Washington, nesta terça-feira (9) Evan Vucci/AP O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (20) que não estava satisfeito com a explicação da Arábia Saudita sobre as circunstâncias da morte do jornalista e crítico do governo Jamal Khashoggi em Instambul, segundo a Reuters. Em Nevada, Trump disse a repórteres que era possível que o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman não tivesse conhecimento da morte. O ministro de Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian também condenou veementemente "assassinato" do jornalista e afirmou que a Arábia Saudita deu "um primeiro passo ao reconhecer a morte", mas exigiu que sejam esclarecidas as circunstâncias e que os responsáveis sejam julgados, de acordo com a Agência EFE. "Muitas questões permanecem sem resposta. É preciso uma investigação completa e diligente para estabelecer o conjunto das responsabilidades e permitir que os envolvidos no assassinato de Khashoggi respondam por seus atos", afirmou Le Drian em comunicado. Entenda o caso do jornalista da Arábia Saudita desaparecido na Turquia.

  • Ataques neste sábado mataram 36 e deixaram 100 civis feridos; novo parlamento será conhecido em 10 de novembro. O Afeganistão iniciou a apuração dos votos das eleições legislativas deste sábado (20), marcadas pela violência, que deixou 36 mortos, e pelo caos na organização, que impediu que muitos eleitores se expressassem. A votação, no entanto, ainda não terminou. Cerca de 350 colégios eleitorais não puderam abrir por causa de falhas (listas de eleitores incorretas, falta de mesários, terminais biométricos com defeito), e irão funcionar no domingo, que foi declarado feriado. A votação em Kandahar (sul) foi adiada para o próximo sábado, depois que um ataque do Talibã dizimou a maioria do pessoal da segurança provincial. Eleitora vota no Afeganistão Reuters A composição do novo parlamento será conhecida no dia 10 de novembro. O vice-ministro do Interior, Akhtar Mohammad Ibrahimi, disse em coletiva de imprensa que 36 pessoas morreram, sendo 27 civis, e que 193 incidentes foram registrados em todo o país. Cerca de 100 civis também foram feridos em ataques armados em cinco locais de votação, e houve mais de 70 ataques de foguetes e um número ainda desconhecido de explosões de artefatos caseiros. No final do dia, houve um atentado suicida em Cabul, que deixou pelo menos 15 mortos. No entanto, Ibrahimi observou com satisfação que, de acordo com as investigações, houve "50% menos ataques do que nas eleições presidenciais de 2014", nas quais "foram registrados mais de 400 incidentes" violentos. O porta-voz do Talibã Zabihullah Mujahid, que, pela manhã, voltou a pedir aos cidadãos que evitassem "participar deste processo teatral, para protegerem suas próprias vidas", disse que o grupo realizou "407 ataques" e, segundo ele, fez a eleição fracassar.

  • Milhares de hondurenhos estão presos em bloqueio montado sobre a ponte que separa a Guatemala do México. Objetivo dos imigrantes é chegar aos Estados Unidos. O presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, chegou neste sábado (20) à capital da Guatemala. A visita tem o objetivo de debater com o líder guatemalteco, Jimmy Morales, um plano migratório que possa resolver a crise dos milhares de imigrantes hondurenhos, que seguem em uma caravana com destino aos Estados Unidos. Hernández aterrissou na base da Força Aérea pouco antes das 9h30 (12h30 em Brasília), onde foi recebido pela ministra de Relações Exteriores da Guatemala, Sandra Jovel. A previsão é de que os dois presidentes façam uma reunião com vários funcionários do governo, para "traçar uma estratégia para lidar com a problemática migrante". Ao final eles farão um pronunciamento. Conforme o governo guatemalteco, do lado de Honduras participam, além do presidente, Mireya Agüero de Corrales, Lisandro Rosales e Carolina Menjivar, respectivamente ministra de Relações Exteriores, diretor da Comissão Permanente de Contingências e diretora-executiva do Instituto Nacional de Migração. Da Guatemala estão presentes Morales e o vice-presidente, Jafeth Cabrera, além da chanceler e dos ministros de Interior, da Defesa e das Comunicações, Enrique Degenhart, Luis Miguel Ralda Moreno e José Luis Benito, nesta ordem. Milhares de pessoas chegaram juntas à fronteira entre Guatemala e México Pedro Pardo / AFP Com seis dias de viagem a pé ou de carona, a caravana hondurenhos - integrada por milhares de pessoas, entre homens, mulheres e crianças, conforme a Organização das Nações Unidas (ONU) - chegou na sexta-feira (19) ao México, após furar o cerco feito pelo governo guatemalteco. O objetivo do grupo é chegar aos Estados Unidos. Depois da euforia inicial, os hondurenhos foram contidos pela Polícia Federal do México, o que gerou momentos de tensão. Nesta manhã, algumas dezenas cruzaram o rio que separa ambos os países em botes, mas depois a Polícia do México fechou a passagem. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou fechar a fronteira sul do país com o México se a caravana continuar o percurso e afirmou que cortaria a ajuda a Honduras, El Salvador e Guatemala. Barreira de fronteira do lado da Guatemala foi o primeiro bloqueio usado para tentar conter a caravana Pedro Pardo / AFP